Veja quais são as 7 principais tendências de tecnologia em 2016

O que esperar da tecnologia em 2016? Anualmente, entusiastas, investidores, jornalistas e profissionais de TI se debruçam sobre o que aconteceu nos últimos 12 meses para tentar descobrir quais serão as novidades para o ano que está começando.

Se em 2015 várias tecnologias amadureceram, em 2016 os fabricantes devem buscar novas soluções digitais e fortalecer as que estão dando certo. Com isso, inovações que se estabeleceram no mercado (ou lutam para que isso ocorra) devem se desenvolver mais com a criação de novos produtos. 

Principais tendências para a tecnologia em 2016

A tecnologia é uma área do saber humano em que previsões muitas vezes podem estar fadadas ao fracasso. Entretanto, quem é capaz de olhar para o mercado tendo uma visão ampla e focada no longo prazo consegue de definir tendências com anos de antecedência. Entre os principais tópicos para a tecnologia em 2016, podemos destacar:

Novas soluções de dispositivos vestíveis irão aparecer

Os dispositivos vestíveis (também conhecidos como wearables) chegaram ao mercado há pouco tempo e já estão entre as principais promessas para o futuro. A cada feira de tecnologia, novas roupas e acessórios inteligentes surgem. A partir de agora, fabricantes deverão buscar maneiras de tornar úteis os dados coletados por sensores ligados a diversas partes do nosso corpo.

Isso poderá ser feito, por exemplo, com quem pratica esportes. Novas roupas, capazes de coletar informações durante práticas esportivas, irão conversar com smartphones e tablets. Em aplicativos, os registros dos exercícios serão analisados, classificados e utilizados para a melhoria da performance do atleta. Tudo isso em apenas alguns segundos.

Ferramentas de privacidade ficarão mais complexas e confiáveis

A privacidade tornou-se uma preocupação da maioria dos usuários de internet. Com o aumento dos vazamentos de dados e das ameças virtuais que prometem roubar informações sigilosas, empresas tiveram que adotar novas políticas de segurança.

Em 2016, corporações que trabalham no desenvolvimento de ferramentas digitais deverão se voltar para a necessidade de oferecer um controle maior de privacidade aos seus usuários. Além disso, a coleta, o armazenamento e a troca de dados entre usuários e sistemas deverão ser feitos por meios mais complexos e seguros, capazes de resistirem aos mais modernos ataques virtuais.

O analytics e o Big Data serão fundamentais para as estratégias comerciais das empresas

Ter uma informação precisa é importante. Em uma época onde a Internet das Coisas já faz parte do cotidiano de milhões de pessoas e as redes sociais se tornaram um grande laboratório de coleta e processamento de registros digitais, as ferramentas de analytics e Big Data tornam-se indispensáveis para a criação de estratégias comerciais de sucesso. Agora, gestores devem se posicionar e trabalhar com ferramentas de análise de informações para entender padrões de consumo e antecipar tendências de mercado, melhorando o seu planejamento de longo prazo.

A TI será incorporada a todas as estratégias digitais

Muitos administradores costumam olhar para a tecnologia como uma fonte de evasão de recursos financeiros. Entretanto, ainda que o ROI em TI não esteja diretamente ligado às receitas de uma empresa, muitas vezes essa área permite que o trabalho dos colaboradores possa ser executado para vencer desafios e atingir metas. Nesse cenário, a TI passará a ser incorporada em todas as partes do negócio, harmonizando com as experiências físicas e permitindo o uso de novas abordagens comerciais.

As ferramentas digitais ficarão cada vez mais pessoais

A experiência de uso nunca foi tão importante para garantir o sucesso de uma ferramenta digital. Ter um aplicativo com funções complexas e capaz de realizar operações de alto nível não é mais o único pré-requisito para um novo produto atingir um grande número de pessoas. Hoje, usuários procuram apps que melhorem a sua experiência com a tecnologia, oferecendo uma plataforma agradável para a realização de tarefas cotidianas.

A realidade virtual vai ganhar uma nova cara

Os aparelhos com realidade virtual não são uma novidade para os aficionados em tecnologia. Pelo contrário: as soluções que buscam levar o virtual para o mundo real circulam pelas páginas de tecnologia há algumas décadas. Entretanto, foi somente nos últimos anos que equipamentos como o Oculus Rift passaram a ser comercialmente viáveis.

Isso aconteceu por dois fatores: preço e disponibilidade de conteúdo. Embora o primeiro item não possa mais ser visto como um fator crítico, o segundo será fundamental para garantir a  antecipada adoção em massa da realidade virtual. Diante disso, em 2016 o mercado espera uma série de novos produtos para a utilização da realidade virtual. Serão jogos, aplicativos e produtos multimídia que enriquecerão a forma como lidamos com o virtual, nos auxiliando no trabalho e nos momentos de diversão.

A nuvem se expandirá como ferramenta comercial

O cloud computing já é uma realidade para diversas empresas. Entretanto, ainda há muito para ser descoberto. Em 2016, empresas devem incorporar as soluções na nuvem a diversos setores. Isso poderá ser feito por meio de CRMs e ERPs de execução via web, serviços de armazenamento remoto e até sistemas de Big Data.

Com isso, mais companhias utilizarão a grande escalabilidade, segurança e baixo custo de investimento da computação na nuvem como uma forma de inovar e ser mais competitivas sem comprometer as suas receitas orçamentárias. Isso poderá acontecer por meio de soluções híbridas ou com estratégias agressivas, em que a maior parte dos sistemas internos de uma empresa são migrados para um servidor remoto.

Um ano de amadurecimento e inovação

2016 promete ser um dos anos mais importantes para a tecnologia. Não pelos novos produtos que deverão chegar no mercado, mas por aquilo que as empresas do ramo farão com as soluções que já têm.

O sucesso de tendências como Big Data, Internet das Coisas e aprendizado de máquina dependerá da forma como as empresas irão lidar com elas durante o ano. Cada companhia deverá encontrar novas formas de trabalhar com novos produtos para agregar valor a dispositivos e ferramentas virtuais. Nesse cenário, quem conseguir trabalhar com múltiplas plataformas poderá atingir um grande público e, com isso, ter mais sucesso comercial.

No ambiente corporativo, o gestor de TI será o grande agente de inovação empresarial. Ele deverá entender e identificar quais novidades poderão ser integradas nas estratégias da empresa. Com isso, a tecnologia poderá empenhar um papel mais disruptivo nas relações e operações corporativas do dia a dia, auxiliando colaboradores a vencerem desafios mais ousados.

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